quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Soren Kierkegaard amor


Bom, hoje eu vou falar sobre esse cara:Kierkegaard! Lembrei dele por que o professor passou uma frase dele no quadro, e escreveu kirekegoord oO dai eu apaguei no quadro e coloquei certo ahsuiuashaui Eu li 3 livros dele: Temor e tremor, o desespero humano e Diario de um sedutor.

Biografia *--*

Kierkegaard é um dos raros autores cuja vida exerceu profunda influência no desenvolvimento da obra. As inquietações e angústias que o acompanharam estão expressas em seus textos, incluindo a relação de angústia e sofrimento que ele manteve com o cristianismo – herança de um pai extremamente religioso, que cultuava a maneira exacerbada os rígidos princípios do protestantismo dinamarquês, religião de Estado.

Sétimo filho de um casamento que já durava muitos anos – nasceu em 1813, quando o pai, rico comerciante de Copenhague, tinha 56 e a mãe 44 –, chamava a si mesmo de "filho da velhice" e teria seguido a carreira de pastor caso não houvesse se revelado um estudante indisciplinado e boêmio. Trocou a Universidade de Copenhague, onde entrara em 1830 para estudar filosofia e teologia, pelos cafés da cidade, os teatros, a vida social.

Foi só em 1837, com a morte do pai e o relacionamento com Regina Oslen (de quem se tornaria noivo em 1840), que sua vida mudou. O noivado, em particular, exerceria uma influência decisiva em sua obra. A partir daí seus textos tornaram-se mais profundos e seu pensamento, mais religioso. Também em 1840 ele conclui o curso de teologia, e um ano depois apresentava "Sobre o Conceito de Ironia", sua tese de doutorado.

Esse é o momento da segunda grande mudança em sua vida. Em vez de pastor e pai de família, Kierkegaard escolheu a solidão. Para ele, essa era a única maneira de vivenciar sua fé. Rompido o noivado, viajou, ainda em 1841, para a Alemanha. A crise vivida por um homem que, ao optar pelo compromisso radical com a transcendência, descobre a necessidade da solidão e do distanciamento mundano, está em Diários.

3 comentários:

  1. Filho da velhice...
    Isso é uma inconstância.
    O tempo é senhor de si, mas até a morte nos proporciona algo de bom, quem dera a idade não poder nos proporcionar também.

    Velhice, nos leva a compensar e pensar, e porque não desejar que ela não chegue, ou que venha logo.


    Vou aprender mais mesmo sem ler, porque alguém vai me explicar, basta eu querer...

    =)

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  2. Como eu adoraria ter lido a tese de doutorado de Kierkegaard, me estranha o fato de ele querer ficar me solidao para vivenciar sua fé...
    Me faz lembrar de um outro autor de nome Henry david thoureau'' acho que já comentei sobre ele com você ele largou tudo e foi morar sozinho na floresta enfim ! ótimo post

    www.ruivosuburbano.blogspot.com
    omni vincit!

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